Só o fato de ser teenager, anos 90, fofo e ter passado 30 vezes na Sessão da Tarde já seria suficiente, mas se a adolescente dentro de você ainda resiste, aqui vão 4 motivos para rever o sucesso de 1999.
1. Tem o Heath Ledger cabeludo sendo bad boy fofo para conquistar a mocinha:
2. Tem o Joseph Gordon-Levitt sendo bonzinho, tímido e conquistador:
3. Tem uma vibe Shakespeare ( o filme é inspirado em A Megera Domada):
4. Tem Save Ferris, uma banda de ska legalzinha, na trilha sonora com direito a participação especial no baile de formatura do fim:
Mas se ainda assim você não se convenceu, assista o trailer ou o Heath Ledger sendo fofo e vá correndo alugar:
Publicado em janeiro 4, 2011 por babaluecalifornia
Por essa a gente não esperava...
Macaulay Culkin, nosso ídolo máximo da década de 90 (depois de todos os integrantes dos BSB, talvez menos o Howie D.) virou notícia na primeira segunda-feira de 2011. Ele terminou o namoro de oito anos com uma atriz americana. Até aí, uma pena, mas ok. Casais famosos se separam a toda hora. Mas hoje os desavisados do mundo todo (incluindo eu) descobriram que a ex dele é Mila Kunis (who?), a morena do That ’70s Show, que namorava o Ashton Kutcher no seriado!
Lembraram?
Pois é. Apesar de ter sido um menino encantador, Macauly quando adulto ficou conhecido pela cara de bebê mal crescido e pelo mau comportamento. Durante grande parte desse tempo, sim, Mila Kunis esteve ao lado dele. Casal que me pareceu assim, meio… improvável.
Mas vamos falar de coisa boa, vamos falar da iogurteira Top Therm. #brinks
Aproveitando a ocasião, feliz Ano Novo pra todo mundo! Mais uma década que chega e os anos 90 continuam sendo nossa menina dos olhos. Ou de ouro. Ou qualquer coisa assim.
Publicado em dezembro 23, 2010 por babaluecalifornia
Eu tinha comentado no post sobre os 19 anos do Nevermind que o Kurt Cobain havia se inspirado em uma frase de uma amiga para compor a música. Vi no blog da Rolling Stone esse vídeo da Kathleen Hanna (ex-Bikini Kill), a amiga em questão. Hanna contou que a frase surgiu depois de uma noite de bebedeira:
“Acabamos no apartamento do Kurt, peguei uma caneta e escrevi um monte de merda na parede do quarto dele e, então, capotei com a caneta na minha mão. Acordei com uma dessas ressacas que você sente que se for ao outro quarto vai acabar encontrando um cadáver lá.”
“Então, não fiquei muito feliz quando, seis meses depois, ele me ligou dizendo: ‘Ei, lembra daquela noite? Você escreveu uma coisa na minha parede que é bem legal e que quero usar na letra de uma das minhas músicas’”.
Aqui vai o vídeo. No fim, a Kathleen Hanna canta com sua banda (Le Tigre) um pedacinho da música.
Publicado em dezembro 23, 2010 por babaluecalifornia
Não, não vou contar mais nenhuma experiência frustrada de salada mista. Estava tirando o pó do Google Reader e achei esse post da revista Monet sobre os beijos mais marcantes do cinema. E os anos 90 arrasaram com 6 posições na lista. Adorei relembrar e vim compartilhar aqui com vocês. Vamos lá?
Publicado em dezembro 20, 2010 por babaluecalifornia
Clipe pop dos anos 90/2000 que se preze tem que ter paradinha para a coreografia. E muito antes da Beyoncé causar com Single Ladies, a J. Lo (Jennifer Lopez para os íntimos) já usava da estratégia. Daí que juntaram quase todas as dancinhas dela em um vídeo só! Olha que legal:
Publicado em novembro 12, 2010 por babaluecalifornia
….já tínhamos o Terra Samba!
Talvez hoje eu tenha vergonha de admitir que quando ouço o álbum do Terra Samba, simplesmente sei cantar e dançar todas as faixas. Mas nos anos 1990, eu não tinha restrição nenhuma em tremer e tremer sem parar nas festinhas de aniversário, com chapeuzinho da Moranguinho na cabeça e short-saia cor de rosa.
Acontece que isso foi muito antes do “plágio” Créu e apesar de todo mundo lembrar de É o Tchan quando se fala de axé, o Terra Samba era fascinação total. O melhor era que, numa briga silenciosa com nossas melhores amiguinhas, nós disputávamos quem tremia mais dançando Marcha Ré. A música era sucesso na certa: passinhos fáceis, ritmo contagiante e letra repetitiva. Ninguém – com idade máxima de 10 anos – escapava, até os meninos dançavam.
Se você acha que estou generalizando, faça o teste do complete a frase:
a) A mocinha vai prá frente, o mocinho vai atrás empurrando a _______________.
b) Está chegando a hora, é hora de partir, e dá uma _____________________.
c) Nada mal, curtir o Terra Samba não é nada mal. Que legal, é só ___________.
Acertou todas? Então, conforme-se, agora é só Liberar Geral!
Publicado em novembro 6, 2010 por babaluecalifornia
Coleção de modelos antigos do jogo
Meu pai foi ao Salão Internacional do Automóvel de São Paulo e, embora tenha reclamado da baixa quantidade de brindes que recebeu, levou um Super Trunfo dos carros da Fiat para mim. Sem graça, já que se trata de carros que vemos todos os dias, salvo algumas exceções, mas ainda assim trouxe boas memórias.
A graça do Suepr Trunfo era comparar os quesitos de máquinas como Ferraris, Porsches, Lamborghinis, caminhões de rally, foguetes, trens supersônicos. Com primos fascinados por esse tipo de coisa, jogava com eles sem saber o que era RPM e esses aspectos técnicos, mas me divertia do mesmo jeito.
Segundo a Wikipedia, o jogo de cartas “começou a ser produzido no Brasil nos anos 70 (pela Grow), voltado a automóveis e outros veículos, e se popularizou nos anos 80. Atualmente conta com vários temas, entre os tradicionais sobre carros e aviões até os mais novos como cães de raça e de super-heróis”.
Pois é. No meu tempo, nos limitávamos a carros, motos, tanques de guerra. Há mais ou menos três anos, um primo menor me chamou para jogar Super Trunfo com ele. O tema: times da NBA, a liga americana de basquete. Depois descobri que há bizarrices como cães de raça, dinossauros, países, e qualquer coisa passível de comparação.
O jogo, obviamente, se adaptou aos novos públicos. Aliás, surpreende que ainda seja relativamente conhecido entre os mais jovens. De qualquer forma, mesmo com temas mais recentes e atualizados, o Super Trunfo ainda carrega um valor simbólico do tempo em que ficávamos maravilhados com Mercedes e Jaguares só pelas cartas, pois não tínhamos o Youtube ou filmes como Velozes e Furiosos.
Veja nesse link os produtos oficiais da linha Super Trunfo.
Publicado em outubro 20, 2010 por babaluecalifornia
Fiquei surpreso ao ver uma notícia sobre um infarto sofrido pelo ator belga Jean-Claude Van Damme, ícone dos filmes B de ação que o SBT adorava passar no Cinema em Casa. Com recém-completados 50 anos, o ator, que atua agora em filmes de ainda menor expressão que os de antes – foi internado, mas já se recuperou e repousa em sua residência.
Chong Li: 'You are next!'
Van Damme assustou seus fãs – sou fã dele de verdade -, mas escapou da morte mais uma vez, como sempre fez em seus filmes dramáticos, coreografados e cheios de porrada. Entre os longas mais marcantes que participou está Street Fighter: A Batalha Final, fracassada tentativa de transpor para o cinema o sucesso do jogo de luta.
Van Damme interpreta Guile, general americano que tenta derrubar a organização terrorista Shadaloo, do temido M. Bison, interpretado maestralmente pelo finado Raul Julia (que também fez o papel de Gomez, da Família Addams). O filme tornou-se um dos principais símbolos da tradição de criar bizarrices na transposição dos games para a telona.
Soldado Universal, A Colônia, Legionário, Kickboxer e Contato Mortal são outros dos filmes do ator que o SBT exibia com orgulho – “pela primeira vez na televisão”. No comercial de chamada para o Cinema em Casa, o narrador dava ênfase a ao lutador: “Com Jean-Claude Van Damme”. O meu preferido, porém, é O Grande Dragão Branco. Primeiro, porque é o filme com o nome mais espetacular de todos os tempos. Segundo, o enredo é trash e cheio de clichês, algo absolutamente essencial em um filme B.
Logo na capa, a voadora final
Van Damme interpreta Frank Dux, um jovem (clichê) que aprendeu artes marciais com um mestre oriental (clichê). Ele é convidado a participar de um torneio de lutas clandestino (clichê), onde enfrenta lutadores de todo o mundo (clichê). No final, ele enfrenta o temido Chong Li (na foto), e depois de apanhar muito (clichê), vence a luta com uma voadora mortal (o maior clichê de todos). Absolutamente épico.
Lembro também de quando Van Damme foi ao Programa do Gugu, e o auditório foi ao delírio. “Stay, stay, stay”, traduzia o intérprete ao ator os gritos da plateia. Aguardamos mais informações sobre o estado de saúde de Van Damme. Até onde nossa equipe se informou, Steven Seagal, Chuck Norris, Lorenzo Lamas e Sylvester Stallone estão bem.
Publicado em outubro 14, 2010 por babaluecalifornia
Para você que não aguenta mais ouvir cantada de tio pedreiro na rua, a vingança. Obrigada ao publicitário (ou publicitária, provavelmente) que teve a ideia do comercial com o tio da Sukita, clássico dos anos 90.
(Via a memória do Pedroso, que exigiu os créditos, mas não tem twitter)
Publicado em outubro 1, 2010 por babaluecalifornia
O bordão do Serginho Groisman é ótimo para o momento e explica a falta de posts diários: TCC. Pouco mais de um mês para acabar, então o Babalu voltará com todas as forças. Mas como nossa especialidade é relembrar, e não criar expectativas, deixamos vocês com o Programa Livre.
Exibida no SBT de 1991 a 2001, a atração teve os tempos áureos enquanto foi comandanda por Groisman – a partir de 99 outros apresentadores tentaram dar continuidade à fórmula, o que não deu lá muito certo
Jovens e adolescentes formavam a platéia e no centro os convidados eram sabatinados. Groisman ainda promovia quadros e gincanas. O formato é bem parecido com o Altas Horas, exibido pela Globo atualmente.
O programa recebia também as bandas do momento: Sepultura, Raimundos, Skank, Jota Quest foram alguns dos que passaram pela atração. Além do “Programa Livre Volta Já”, outro bordão criado por Groisman era o “Fala Garoto”.
Aí vai a abertura e um trechinho do programa. No Youtube tem muito mais coisa:
Conta para ninguém, mas eu só assistia quando a temporada de Malhação não estava lá essas coisas.
Sem nada pra fazer numa tarde chuvosa?
Confira a programação da Sessão da Tarde, na TV Globo, relembre um pouco dos anos 90 e durma ao som de "Lagoa Azul" ou de "Esqueceram de Mim"...