Não é a mamãe, não é a mamãe!

A série americana Família Dinossauro, produzida pela Disney, estreiou no Brasil em abril de 1992 na programação do Xou da Xuxa, da TV Globo e aumentou os índices de audiências das manhãs, passando a ser exibida depois da TV Colosso às 11:30 da matina!

Boneco Baby, era puxar a cordinha que ela falava "Não é a mamãe, não é a mamãe!".

Boneco Baby, era puxar a cordinha que ela falava "Não é a mamãe, não é a mamãe!".

A Família Silva Sauro ficou tão famosa que surgiram produtos de guloseimas, chaveiros, álbuns de figurinhas e bonecos dos mais variados tipos dos personagens, sendo o mais famoso o do Baby que dizia: “Não é a mamãe, não é a mamãe!”, com uma voz um tanto quanto irritante e eu acho que por isso meu pai não comprou um para mim.

O seriado era um programa infantil que fazia uma critica bem humorada, digamos, ao american way of life assim como uma sátira da sociedade e dos costumes da classe média.

Os componentes da família eram: Dino da Silva Sauro, o patriarca, que trabalhava derrubando árvores e só pensava em levar uma vida pacífica na frente da TV. Ficou muito conhecido com o seu bordão: “Querida, cheguei!”. Fran Sauro, a matriarca, era dona de casa e vivia para cuidar dos três filhos. Robert “Bob” Sauro, filho mais velho, tinha um visual radical, mas era um rapaz consciente e responsável. Charlene Sauro, filha do meio, típica adolescente adorava ouvir música, fazer compras, paquerar. Baby Sauro, o caçula, adorava atormentar seus irmãos e principalmente o seu pai Dino. A interação dele com pai consiste em atingi-lo repetidamente na cabeça com uma frigideira e repetir a frase: “Não é a mamãe!” e outra que o torna engraçadinho “Precisa me amar!”

Faziam parte também a Vovó Zilda, o B.P Richfield, dono da companhia derrubadora de árvores, a Mônica Desvertebrada, melhor amiga de Fran, Roy Hess, melhor amigo de Dino, Carlos (Skype), melhor amigo de Bob e a Dina Sauro, irmã do Dino.

Após seus episódios serem repetidos várias vezes, a série saiu do ar em 1995, sendo exibida depois no SBT e em 2007 pela Rede Bandeirantes.

Mariane Battistetti

Ai, que soninho…

sessão da tardeBabalu é Califórnia também presta serviço público: a partir de hoje, você confere na barra ao lado a programação de filmes da Sessão da Tarde. Toda semana, a gente te conta o que vai passar nas tardes da TV Globo.

Afinal de contas, devemos muito das nossas lembranças a essa sessão, que insiste em reprisar filmes que fizeram sucesso nos anos 90 e até em décadas anteriores. Ou você acha que a série “A Lagoa Azul” ganhou tanta fama no Brasil só por causa dos protagonistas jovens e sarados?

A ideia de adicionar a programação foi de um leitor do blog. Muito obrigada!

Daniella Cornachione

Confesso! Eu amava…

Esses dias estava zappeando pela TV e parei para assistir ao episódio (reprise, é claro!) de mais uma atração da TV Cultura que fez a cabeça dos jovens da nossa geração: Confissões de Adolescente.

Criado em 1994, o seriado conta o dia-a-dia de uma família pouco comum. Um pai viúvo, com quatro filhas (duas do primeiro casamento, uma do segundo casamento e a enteada), que tem que lidar com as sutils, ou não, crises das adolescentes.   

As personagens: Natália, Carol, Diana e Bárbara

As personagens: Natália, Carol, Diana e Bárbara

 

Diana (Maria Mariana) , Bárbara (Georgiana Góes), Natália (Danielle Valente) e Carol (Deborah Secco) me acompanharam durante várias tardes, depois da escola. Diana era a mais velha das quatro irmãs, a mais compreensiva, calma e madura. Já Bárbara (a que eu mais gostava), a mais velha depois de Diana, era super despachada e prática – com seu cabelo ‘joãozinho’ e suas roupas descoladas. Não engolia um sapo sequer! Natália tinha um perfil dócil, era sonhadora e romântica. E Carol, a caçula da turma, era moleca – sempre com seu boné de lado.

O estilo de narrativa era um dos artifícios que prendia o público. A história corria normalmente e era interrompida por cometários das personagens, que mostravam seu ponto de vista sobre o assunto e seus pensamentos não externados durante o decorrer da trama.

Paulo (Luiz Gustavo) era o pai que todo mundo queria ter. Compreensivo, calmo, o mais bonzinho de todos!

Maria Mariana, interprete de Diana, criou a série baseando-se em seus diários de adolescência (talvez por isso nós nos identificássemos tanto com os contos). Além de sucesso na TV, as histórias viraram peça teatral e um livro.

A série ainda consagrou a música de abertura, Sina, de Djavan.

Enfim, fiquei presa ao episódio e tive que assitir até o fim.

Fernanda Abrão

Cultura pop dos anos 90 também está no NY Times!


Cena do filme Harry Potter e a Pedra Filosofal abre a galeria do jornal

Cena do filme Harry Potter e a Pedra Filosofal abre a galeria do jornal americano

Harry Potter, Spice Girls, Backstreet Boys, Britney Spears… todos estão nesta galeria feita pelo jornal americano The New York Times!

Para a Geração Y, diz o jornal, é a cultura pop do final dos anos 90 e início dos 2000 que causa aquela sensação de nostalgia e saudosismo.

A galeria tem 13 slides e começa com Harry Potter, passa por BSB, Britney, Spice, Eminem, terminando com a banda Blink 182 — aquela da música “All the small things”, lembra?

Faltou muita coisa na selação do jornal, mas nós aqui do Babalu é Califórnia nos encarregamos de nos lembrar do que foi destaque durante a década de 90. Afinal, relembrar é viver!

Daniella Cornachione

UuuuOooolll

blossomJá faz  tempo que eu lembro sempre de um seriado que passava no SBT na hora do almoço e que por causa dele eu e meus irmãos almoçávamos na sala para assistir. Deve ser porque eu ouvi um amigo usar a expressão “uuuoolll” que o personagem Joey falava no seriado Blossom.

A Blossom, interprestada por Mayim Bialik, era uma menina de 15 anos que morava com o pai, Nick que era músico amador, e com os dois irmãos mais velhos, Joey que só pensava em mulheres e beisebol e Anthony que era um ex-viciado em drogas, depois que a mãe foi tentar a carreira de cantora em Paris.

A protagonista passa por todas as transformações da adolescencia sem ter sua mãe por perto e para suprir essa falta ela conversava, ou melhor, ela ouvia a sua amiga Six LeMeure que falava tão depressa que quase ninguém conseguia entender.

A série era fantástica fazia a gente chorar quando a Blossom brigava com o pai, ou quando terminava com o namorado , ou então, quando assistia o video que a sua mãe fez.  Fazia também a gente rir das atrapalhadas do seu pai, que como todo pai, não entendia as mudanças das meninas como TPM e outras coisinhas mais…

Vale a pena relembrar e eu tenho certeza que se Blossom ainda passasse na tevê eu faria o possível para ver sempre!

Mariane Battistetti

Amigas para sempre!

Hoje, 20 de julho, é o dia mundial do amigo. E como não poderia deixar de ser, o Babalu é Califórnia relembra um ícone de amizade dos anos 90, afinal é na infância que descobrimos o quanto é importante e divertido ter amigos. Na ficção, exemplos de grandes amizades não faltam. Quem não se lembra do desenho Ursinho Pooh, no qual tudo o que os integrantes queriam era aprontar e se divertir? E o que dizer de A nossa Turma, também conhecido como Get Along Gang, no qual seis bichinhos de espécie diferentes e personalidades variadas tinham que aprender a aceitar suas diferenças e conviver bem?

Tem ainda, os atrapalhadíssimos Timão e Pumba, que encontraram na amizade e parceria um meio de sobrevivência. E por fim, o seriado mais famoso dos anos 90, que fala de amigos até no nome: Friends. Não por acaso, a série americana ficou no ar por 10 anos e nos divertiu muito com as histórias de Rachel, Mônica, Phoebe, Joey, Ross e Chandler. Mas isso é assunto para outros posts.

Já que esse é um blog feito por meninas, e nos anos 90, não houve quem fizesse mais sucesso entre este público do que a novela Chiquititas, na qual as garotas órfãs encontravam na amizade umas das outras uma forma de se fortalecer, aí vai um cilpe na qual as integrantes falam justamente de amizade.  A minha singela homenagem às minhas amigas e companheiras: Dani, Mari, Fê e Ludy.

Natalia Guaratto

Vive num abacaxi e mora no mar: Bob Esponja Calça Quadrada!

Não tinha como ignorar: hoje (17 de julho)* a esponja mais engraçada da TV completa 10 anos!

O desenho animado Bob Esponja Calça Quadrada foi criado pelo biólogo marinho (só podia ser!) Stephen Hillenburg, e estreou na TV em 1999, no canal Nickelodeon. A série se destaca pela simplicidade e pelo humor sutil — que agrada tanto crianças  como gente grande que já passou da idade habitual de ver desenhos… (me incluo nessa!)

O protagonista da animação é uma esponja do mar que veste calças e uma gravatinha bem charmosa. O melhor amigo do Bob Esponja é o Patrick, uma estrela do mar ainda mais atrapalhada que ele. Juntos eles vivem as mais divertidas aventuras na Fenda do Bikini!

Além da série de TV, transmitida em mais de 175 países, o desenho ganhou um longa-metragem. Bob Esponja – O Filme estreou no Brasil em dezembro de 2004 e já está nas locadoras do país há algum tempo.

Cena de Bob Esponja - O Filme

Cena de Bob Esponja - O Filme

O título deste post é o começo da vinheta de abertura do programa! Confira a letra completa.

* Ainda é 17 de julho aqui no Brasil — ignorem a data marcada, este wordpress está muito apressado!

Daniella Cornachione