Super Trunfo

Coleção de modelos antigos do jogo

Meu pai foi ao Salão Internacional do Automóvel de São Paulo e, embora tenha reclamado da baixa quantidade de brindes que recebeu, levou um Super Trunfo dos carros da Fiat para mim. Sem graça, já que se trata de carros que vemos todos os dias, salvo algumas exceções, mas ainda assim trouxe boas memórias.

A graça do Suepr Trunfo era comparar os quesitos de máquinas como Ferraris, Porsches, Lamborghinis, caminhões de rally, foguetes, trens supersônicos. Com primos fascinados por esse tipo de coisa, jogava com eles sem saber o que era RPM e esses aspectos técnicos, mas me divertia do mesmo jeito.

Segundo a Wikipedia, o jogo de cartas “começou a ser produzido no Brasil nos anos 70 (pela Grow), voltado a automóveis e outros veículos, e se popularizou nos anos 80. Atualmente conta com vários temas, entre os tradicionais sobre carros e aviões até os mais novos como cães de raça e de super-heróis”.

Pois é. No meu tempo, nos limitávamos a carros, motos, tanques de guerra. Há mais ou menos três anos, um primo menor me chamou para jogar Super Trunfo com ele. O tema: times da NBA, a liga americana de basquete. Depois descobri que há bizarrices como cães de raça, dinossauros, países, e qualquer coisa passível de comparação.

O jogo, obviamente, se adaptou aos novos públicos. Aliás, surpreende que ainda seja relativamente conhecido entre os mais jovens. De qualquer forma, mesmo com temas mais recentes e atualizados, o Super Trunfo ainda carrega um valor simbólico do tempo em que ficávamos maravilhados com Mercedes e Jaguares só pelas cartas, pois não tínhamos o Youtube ou filmes como Velozes e Furiosos.

Veja nesse link os produtos oficiais da linha Super Trunfo.

João Coscelli

15 anos de PrayStation, PrayStation!

Quinta-feira (9), o videogame PlayStation, da Sony, completou 15 anos desde que foi lançado nos EUA. É mais um (anos) noventinha ilustre pra nossa lista.

Hoje, o videogame está na sua terceira geração. O PS3 foi lançado recentemente no Brasil. Vem com leitor de Blu-ray e pode ser conectado à internet.

Pra comemorar o “debut”, a Sony fez um vídeo especial, que pode ser visto aqui.

(Vi no site da Galileu)

Daniella Cornachione

FE-BRES DOS ANOS 90 (05)

Bichinho virtual

Bichinho virtual

Seus pais nunca te deram um bichinho de estimação de verdade? Ahhh, mas garanto que, se você é da geração anos 90, quando tinha 9,10 anos, ganhou um TAMAGOTCHI, ou o também conhecido BICHINHO VIRTUAL.

 

A invenção japonesa foi lançada em 1996 e levou a criançada à loucura.

Bichinho virtual versão dinossauro

Bichinho virtual versão dinossauro

Era um ovinho que se transformava em pássaro, cachorro, coelho, pinguim ou, até mesmo, dinossauro (eu tive um desses!) e que tinha que ser criado como qualquer outro animalzinho. Alimentar, limpar, brincar, pôr para dormir… essas eram as principais obrigações que tinhamos para com ele, que ia crescendo firme e forte. Porém, caso fosse esquecido por seu dono, o bichinho adoecia e em alguns casos chegava a morrer (situação fácil de reverter com o simples click do reset).

Versões atuais com conectividade

Versões atuais com conectividade

 

 

As versões atuais do Tamagotchi permitem, por meio de um sensor infravermelho, a interação entre bichinhos (com a opção de gerar filhotes e  formar família) e do jogo com o computador.

 

 

 

 

Fernanda Abrão

Tazo Mania!

Os tazos vinham como brindes dos salgadinhos Elma Chips

Os tazos vinham como brinde dos salgadinhos Elma Chips

“E aí, vamos bater?”

Durante os anos 90, crianças de idades diferentes viveram uma mesma mania: a de bater tazos. Os objetos têm formato de pizza e, quando foram lançados, traziam ilustrações de desenhos da Looney Tunes. Os tazos vinham como brinde dos salgadinhos Elma Chips, mas a marca logo perdeu o domínio sobre a brincadeira, não tinha graça ganhar um comprando o produto, o legal mesmo era conseguir vários disputando com outros colegas.

O intuito era simples, virar do lado contrário um montinho com número variável de tazos com as mão em forma de concha. Quem “batia” ou “virava”, ganhava.  Havia ainda outra forma de jogar, que era empilhar os tazos e jogar um disco de formato diferente, o “master”, para que ele virasse os outros. Aquele que conseguisse muitos de uma vez estava “rapelando” o competidor. A brincadeira tomou conta de muitas escolas, onde os alunos formavam rodinhas, enquanto alguns batiam, outros acompanhavam as disputas ou esperavam para jogar.

O problema foi que os tazos acabavam concentrados nas mãos de poucas crianças. Isso gerava além de inveja, muita competição e uma posterior falta de interesse pelo jogo. A brincadeira ainda existe, mas os famosos tazos dos anos 90 deram lugar a outros objetos de formatos e estilos diferentes.

Daniella Cornachione