Tazo Mania!

Os tazos vinham como brindes dos salgadinhos Elma Chips

Os tazos vinham como brinde dos salgadinhos Elma Chips

“E aí, vamos bater?”

Durante os anos 90, crianças de idades diferentes viveram uma mesma mania: a de bater tazos. Os objetos têm formato de pizza e, quando foram lançados, traziam ilustrações de desenhos da Looney Tunes. Os tazos vinham como brinde dos salgadinhos Elma Chips, mas a marca logo perdeu o domínio sobre a brincadeira, não tinha graça ganhar um comprando o produto, o legal mesmo era conseguir vários disputando com outros colegas.

O intuito era simples, virar do lado contrário um montinho com número variável de tazos com as mão em forma de concha. Quem “batia” ou “virava”, ganhava.  Havia ainda outra forma de jogar, que era empilhar os tazos e jogar um disco de formato diferente, o “master”, para que ele virasse os outros. Aquele que conseguisse muitos de uma vez estava “rapelando” o competidor. A brincadeira tomou conta de muitas escolas, onde os alunos formavam rodinhas, enquanto alguns batiam, outros acompanhavam as disputas ou esperavam para jogar.

O problema foi que os tazos acabavam concentrados nas mãos de poucas crianças. Isso gerava além de inveja, muita competição e uma posterior falta de interesse pelo jogo. A brincadeira ainda existe, mas os famosos tazos dos anos 90 deram lugar a outros objetos de formatos e estilos diferentes.

Daniella Cornachione

11 Respostas

  1. Ahhhh, isso sim foi uma mania dos anos 90.

    Lembro que as minhas irmãs foram no Ruffles Reggae e lá, como a Ruffles era de graça, a galera comia a batata e jogava os tazos no chão. Minhas irmãs trouxeram VÁRIOS huahaua… até um master super legal: era transparente com glitter, da Enfermeira. hauahua

    Que saudade.

  2. Senti uma vibe Nicole de Santa Rita nesse post.

    Mexeu, rapô!

  3. Meninas, de novo, meus parabéns, o blog tem vida própria para além do curso de Novas Tecnologias…as pautas são boas e conseguem manter o projeto editorial. Um comentário pessoal: o brilho de morango eu também usava no início dos anos 80! Acho que é um hit através dos tempos…enfim, fico muito feliz em ver quando um projeto que surge na aula seguir de forma independente como o de vocês. Abraços

  4. Confesso que eu era uma das pessoas malvadas q juntava VÁRIOSSS tazos!!

    Sim, eu era meio moleque…hahaha

    Adorei!

    Bjo**
    Ludy

  5. E tinha nego que não se conformava quando perdia pq sempre tinha um FDP com um master pra rapelar todo mundo! Eu era um deles, até o dia que eu consegui o meu também..hahauhaha. Ê bons tempos…🙂

  6. Malditos tazos. Por causa deles, eu comia dois salgadinhos por dia e aí virei essa bolota.

  7. Gente parabéns! Sou irmã da Natalia e quando ela me falou do blog eu achei o máximo!
    Lendo esse post do tazo não pude me conter em fazer um comentário. Por causa dessas porcarias eu me tornei um mostro! Levando em consideração que na época cada saco de salgadinho custava em média uns 2 reais, e que para completar a coleção era preciso juntar cem tazos diferentes, eu devo ter gastado no mínimo uns 200 ou 300 reais. Tendo em vista que no auge dos tazos eu deveria ter uns 13 ou 14 anos e não trabalhava, concluí-se que eu tirei esse dinheiro de onde? Sim pessoal! Eu saqueava a bolsa da minha mãe! E como em casa éramos 3, essa história de tazo deve ter custado quase mil reais para meus pais!
    Malditos marketeiros!
    PS: Natalia se você contar isso pra mãe eu te mato!
    Beijos!

  8. cara…jogava isso demais….tinha um monte lá em casa, e visto que não tinha condiçoes de comprar o salgadinho era o jeito ser fera
    e eu era…..só com um e um master eu ganhava um monte

    velhos tempos! inocencia…agora ta tudo diferente

  9. Com certeza minha infância está toda aí,os tazos dos anos 90,tempos bons de escola que não voltam mais e que até hoje me atormenta.

  10. ainda tenho muitos em casa guardados numa case propria para tazos. e tenho dois master…. alguem quer comprar minha coleção de tazos, ela tem 22 anos.

  11. […] Não tenho dúvidas de que a brincadeira que mais vem à minha cabeça é o tazo. Se deixassem, passava horas batendo. Na escola, contava os segundos para o recreio, só para desafiar os coleguinhas – de preferência os mais tontos – em animadíssimas disputas. O negócio foi uma febre, como a Dani bem lembrou aqui, nesse post de 2009. […]

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