Ícone do pop (1958-2009)

blackorwhitevideoParada cardíaca, respiração interrompida, coma e morte. Michael Jackson faleceu hoje, quinta-feira, em Los Angeles. O cantor teve uma parada cardíaca em casa e foi levado às pressas ao UCLA Medical Center. Michael tinha 50 anos e estava com uma turnê programada para começar em julho e só terminar em 2010.

A carreira do ícone do pop começou no final dos anos 60, quando ele era ainda um menino cantando ao lado da família na banda Jackson 5.  O auge foi 1982, quando o álbum Thriller vendeu 100 milhões de cópias. A década de 90 não foi das melhores para Michael, que enfrentou uma acusação de pedofilia em 93, teve problemas financeiros, dois casamentos mal-sucedidos e problemas de saúde. Mas a música do rei do pop continuou fazendo sucesso — e ele também.

O astro veio ao Brasil pela primeira vez em 1993, para uma apresentação da turnê do álbum “Dangerous”. A apresentação para 65 mil pessoas foi no Morumbi, em São Paulo. Michael ainda voltou ao país para gravar o clipe “They don’t care about us”. As locações foram o morro Dona Marta no Rio de Janeiro e o Pelourinho, em Salvador.

O comentário geral na imprensa é sobre a existência de controvérsias até mesmo na morte do cantor. A confirmação demorou a sair, o médico de Michael “fugiu” logo depois da parada, e ainda não se sabe quais foram as reais causas da morte. Alguém com jeito tão peculiar que teve a vida marcada por acontecimentos bizarros não poderia decepcionar nem nesse momento. Detalhe: os nomes dos filhos dele são muito engraçados, Prince Michael I, Paris Michael e Prince Michael II.

Daniella Cornachione

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Backstreet’s Back, alright!

A primeira vez que ouvi uma música dos Backstreet Boys foi quando eu tinha 9 anos. Estava na praia, na casa de uma amiga daquelas que marcam a infância. Acontece que a irmã dela, mais velha, era louca pela banda de jovenzinhos (sim, na época eles eram..) que cantava músicas ora dançantes (Get Down, We’ve got it goin’on) ora romanticonas(que atire a primeira pedra quem não conhece I’ll never break your heart). A banda dos rapazes que tinham fama de bons-moços (sim, na época eles tinham..) me conquistou. Fui SUPER fã durante a minha infância, pré-adolescencia e parte da adolescência. Tinha álbum de fotos, adesivos e posters do Kevin colados no armário…

 Doze anos depois, os Backstreet Boys, já mais amadurecidos (velhos mesmo) resolvem fazer uma turnê mundial divulgando seu novo cd, Unbreakable. Eu, doze anos mais velha e longe de ser tão fã quanto era, nem sabia que eles tinham lançado um cd com esse nome. Mas não ia perder esse show de jeito nenhum.

 O Show

 Apesar da alta grana investida (170 paus – meia entrada da área VIP) ter doído seriamente no bolso, minha impressão do show foi muito boa. Ao contrário do último, consegui realmente ficar bem perto do palco e observar com todos os detalhes o estado atual deles. Me surpreendi. Eles estão melhores do que eu imaginava…Brian está um trintão muito do apresentável. AJ continua um pedaço de mal-caminho (apesar dos quilinhos a mais..). Howie está com corpinho de 20 e Nick está mais magrinho do que aparenta nas fotos.

 Quanto às músicas, me acabei com The Call, The One, Everybody, As Long as You Love Me e I Want It That Way. Me a-ca-bei. Mas eles também se acabaram, já que São Paulo naquele dia apresentava um calor típico do verão baiano. Ainda mais na hora de fazer as dancinhas (sim, eles ainda fazem as dancinhas!)… Suaram todas. As músicas novas eu não conhecia, mas adorei a dancinha de Panic (procurem no You Tube, certeza que tem lá..).

 No saldo final, gostei do show e achei que valeu a pena conseguir ver o meu ídolo da adolescência, AJ, de pertíssimo. Tão de perto que na hora que ele gentilmente foi jogar água na platéia – sei lá porque – a água gelada foi toda em mim. Após o show, molhada e gelada, descobri que continuo sendo um pouquinho fã.

Ludmilla Pazian

 

AJ trintão!

AJ trintão!

 

 

 

 Distância do palco - e as zilhões máquinas fotográficas presentes!

Distância do palco - e as zilhões máquinas fotográficas presentes!

Generation Next, generation next

Se ter ido ao show dos BackStreet Boys no estacionamento do Anhembi lotado foi incrível, imagine o que foi ver a calcinha da Victoria num show das Spice Girls em Toronto…

Pois é, no meio de tanta cobrança por erudição (como jornalista que pretendo ser), não tenho vergonha alguma de colecionar grandes momentos pops na minha vida cultural.

Foi em maio de 2001 que os cinco integrantes dos BackStreet Boys vieram ao Brasil pela primeira vez. Houve apresentações no Rio e  em São Paulo. Num próximo post, falo mais sobre essa experiência maluca de ficar um dia todo na fila pra depois mal ver os caras no palco… (No auge dos meus 13 anos, eu media ainda menos do que os 1,62m de hoje).

Eu estava lá! Só pra provar...
Eu estava lá! Só pra provar…

O show das Spice Girls em Toronto, no Canadá, foi outra história. Fui pra lá fazer intercâmbio e soube que elas visitariam a cidade com a turnê de reencontro do grupo. Não resisti, acabei comprando o ingresso na última hora. O que, mal sabia, foi perfeito: os lugares bem pertinho do palco estavam sendo vendidos no final.

 Isso mesmo, eu vi a calcinha da Victoria, as rugas da Geri, os pneuzinhos da Emma e cheguei à conclusão de que a Mel B é a mais bonita, de looonge!
 
Deixando os comentários sobre a beleza delas pra depois, a apresentação foi incrível pra quem passou os anos 90 assistindo aos clipes das meninas. Em Wannabe e Holler eu fui ao delírio… Nas curtas gravações que fiz, minha voz aparece mais do que a delas. Eu sei, my bad, só que não pude resistir!
 
Sem mais, porque neste episódio, as fotos valem mais que as palavras. Confiram algumas: 
Calcinha, calcinha prateada! Alguém me explica o corpete de gesso, por favor
Calcinha, calcinha prateada! Alguém me explica o corpete de gesso, por favor
Mel B poderosa!

Mel B poderosa!

Gordurinha a mais no braço da Emma. Só pra não dizerem que menti!

Gordurinha no braço da Emma. Só pra não dizerem que menti!

Tchauzinho pra Mel C... e até o próximo post!

Tchauzinho pra Mel C... e até o próximo post!

Daniella Cornachione